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O termo art nouveau é empregado com o significado mais amplo possível, nele incluindo-se todos
os movimentos de vanguarda europeus que são indicados por termo análogo
(Jugendstil, modern style, liberty).
Serão feitas duas distinções: para o movimento inglês dos sucessores de
Morris e para as experiências francesas de Perret e Garnier, as quais
têm como base uma tradição nacional específica.
O caráter da cultura de vanguarda facilita a exposição em separado das
experiências arquitetônicas e urbanísticas; estas últimas são também o
melhor ponto de referência para avaliar o relacionamento entre as elites
e a produção comum.
O movimento europeu para a renovação das artes aplicadas nasce na Bélgica
antes do que em qualquer outra parte, entre 1892 e 1894, com a Casa Tassel
de Horta em Bruxelas, a decoração de van de Velde para sua casa em Uccle
e os primeiros móveis de Serrurier-Bovy projetados com critérios originais.
A seguir, alguns dos principais personagens deste movimento:
Bélgica: Victor Horta e Paul Hankar (Arquitetura). Henry Van de Velde
e Gustave Serrurier-Bovy (Decoração e Artes Aplicadas).
Escócia: J. Guthire, J. Lavery e E. A. Walton (Pintura). G. Walton, C.
R. Mackintosh, H. MacNair, as duas irmãs MacDonald e T. Morris (Decoração).
Áustria: Otto Wagner, Joseph Maria Olbrich e Adolf Loos (Arquitetura).
Espanha: Antonio Gaudí (Arquitetura). À margem da Art Nouveau, mas por
certo conectado com o espírito inovador.
França: Auguste Perret, Tony Garnier e Viollet le Duc (Arquitetura).
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